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Design Sprint: revolucionando a solução de problemas e desafios de negócio


O Design Sprint é uma metodologia de resolução de problemas e geração de oportunidades de negócio através de um processo iterativo que incentiva a colaboração, inovação e adaptabilidade, levando a resultados mais eficazes e maior satisfação do cliente.


Desenvolvido pelo Google Ventures há mais de 10 anos e popularizada pelo livro Sprint, do Jake Knapp, o Design Sprint deriva dos conceitos do Design Thinking, buscando responder rapidamente a questões críticas de negócios por meio de um processo estruturado de design, prototipagem e teste de ideias com usuários. É uma metodologia já bem comprovada, com inúmeros casos de aplicação prática nos mais diversos negócios, áreas e situações.


Este artigo tem o objetivo de compartilhar seus elementos principais e algumas dicas de aplicação, para provocá-los a testar esse excelente método no seu negócio. E quais são as principais benefícios do Design Sprint? De forma resumida: ampliar a cultura de inovação e foco no cliente, desenvolver melhores soluções, acelerar o processo e as decisões, melhorar a lucratividade, reduzir riscos e economizar recursos.


Parece interessante? Então vamos aos detalhes. O processo do Design Sprint tradicional é composto de 5 etapas, usualmente distribuídas ao longo de 5 dias, embora haja flexibilidade para reduzir ou ampliar a duração, conforme o contexto, e também de fazê-lo remotamente:

  1. Entender - A equipe mapeia o problema ou oportunidade, e identifica o foco do projeto, garantindo que todos estejam alinhados e na mesma página. Nesta etapa se entrevistam ‘experts’ e se define o brief usando perguntas do tipo ‘como poderíamos’ (how might we).

  2. Divergir - Cada membro da equipe cria esboços de soluções, incentivando diversas perspectivas e ideias através de ‘brainstorming’. Um método útil nesta fase é o ‘crazy 8s’, onde cada participante irá criar 8 ideias em 8 minutos; incrivelmente criativo!

  3. Decidir - A equipe converge nas melhores ideias, vota e decide sobre uma solução para prototipar, e cria um storyboard, descrevendo a experiência pretendida para o usuário.

  4. Prototipar - A equipe constrói um protótipo da solução selecionada sem investir ainda muito tempo ou custo. Dependendo do projeto, pode ser um protótipo físico simples, ou um esboço da solução escolhida em um papel ou em um slide.

  5. Validar - Nesta última etapa o protótipo é avaliado com usuários reais, e a equipe reúne o seu feedback valioso para refinar ou pivotar a solução, conforme o caso.

E depois? Dependendo do tipo de output do processo acima, o resultado poderá ser apresentado para aprovação da liderança, frequentemente acompanhado de alguma estimativa inicial de custos, recursos e tempos envolvidos no desenvolvimento e escala desta solução.


Pode parecer um pouco complicado à primeira vista, mas não é. O Design Sprint é essencialmente pragmático e adaptável para cada situação. E quanto mais a sua equipe praticar e testar, mais ‘craque’ vai ficar no processo e melhores serão os resultados.


O número de empresas adotando regularmente esse método aumenta ano a ano, e inclui empresas de todos os portes e segmentos, como Natura, Totvs, Alpargatas, Ambev, o governo, o Hospital das Clínicas de SP, além de incontáveis startups e empresas menores.


Para incentivá-los a aprofundar e desenvolver-se mais no tema, recomendo o próprio livro Sprint, disponível também em português, o website do Google Ventures, e uma rápida busca na internet e no YouTube onde há uma abundância de materiais e casos de aplicação.

 

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